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terça-feira, 2 de março de 2010

Neymar: 'O jogador tem que ser ousado'

Neymar falou com exclusividade ao LANCENET!, nesta segunda-feira, no Sesc de Santos. Confira os principais trechos.

LANCENET!Como está a sensação do pós-clássico? É de dever cumprido depois da grande vitória?
Neymar: Foi um grande clássico, com dribles, gols e tudo mais. A cabeça está bem, pois é mais um jogo que passou e deu tudo certo para nós.

L!: Dentro de campo, você não sentiu a ausência do Robinho?
N: Queria que ele estivesse conosco para participar da vitória, mas ele deve ter acompanhado e está feliz. Ele está longe, mas não fora. Estamos felizes de ter um companheiro na Seleção Brasileira. Ele deve ter me xingado por ter perdido o pênalti (risos).

L!: Você resolveu mudar o jeito de bater o pênalti na hora?
N: Até pensei que o Felipe fosse esperar uma paradinha. Na hora de bater, mudei o canto e acabei perdendo. Mas não vou mudar meu jeito por conta disso.

L!: Do pênalti perdido ao gol, o que passou pela sua cabeça?
N: Perdi o pênalti e fiquei um pouco chateado, é normal isso. Claro que passou um medo, pois tive de continuar jogando bola e, no fim, fui premiado com um gol. Mas é normal que demore alguns minutos para entrar novamente na partida.

L!: Mas você, após isso, ficou aparentemente abalado e acabou sumindo no jogo. Você reconhece que teve dificuldades?
N: Não é questão de sumir na partida, estava me posicionando, mas o Santos não joga em função de mim. Nesse momento, o Paulo Henrique e o Marquinhos apareceram mais. Até porque fiquei mais pelo lado esquerdo.

L!: Artilheiro do Campeonato Paulista com oito gols. Você esperava isso tão rapidamente?
N: Não esperava, de verdade. Primeiro, busco vencer e, depois, fazer o gol próprio. Se for de outro companheiro, também fico feliz da mesma forma. Brigar pela artilharia tão cedo é uma felicidade enorme. Agora, preciso continuar trabalhando para concretizar esse sonho.

L!: A torcida está muito entusiasmada com suas boas atuações nos últimos jogos. Você teme algum tipo de pressão?
N: Ainda tenho muito para crescer e melhorar, não posso me iludir. Cumpri meu dever no clássico, mas sei que as cobranças virão. Estou preparado para isso.

L!: Sobre os elogios de Ronaldo, que achou você um dos mais objetivos do jogo, como encara?
N: Fico muito feliz de receber essas palavras do Ronaldo, fiquei emocionado com isso.

L!: Você teve quatro treinadores desde que subiu ao profissional. Fale sobre o primeiro.
N: Márcio Fernandes merece destaque, pois foi quem me subiu e me ajudou na Copa São Paulo, abrindo caminho no profissional. Ainda chegou a me levar para o banco de reservas.

L!: E quanto a Vagner Mancini, Vanderlei Luxemburgo e, agora, Dorival Júnior?
N: Logo em seguida do Márcio, veio o Mancini, que promoveu a minha estreia como profissional. Até com o Luxemburgo, apesar de ter ficado quase sempre no banco, aprendi muita coisa. Serviu de amadurecimento, pela forma de jogar e trabalhar. Agora, com o Dorival, estou colocando em prática tudo aquilo o que absorvi com os outros.

L!: Você cresceu psicologicamente e fisicamente. Para os jogos, o quanto ajuda essa explosão muscular?
N: Ajuda demais, estou sentindo muito, pois cresci e, com um porte mais forte, mudei também a minha postura dentro de campo. Conquistei mais confiança.

L!: Você acha que fez a sua melhor partida no ano?
N: O Marquinhos foi melhor, tanto que os dois gols saíram dos pés dele. Dei os parabéns para o “patrão”. É assim que o chamo.

L!: Faltava uma atuação convincente contra o Corinthians. Saiu um peso das costas?
N: Fico mesmo com a sensação de dever cumprido, pois consegui fazer boas partidas contra os três grandes. Decidir contra eles, então, não tem nada melhor. É o principal rival do Santos.

L!: É possível notar um Neymar mais solto dentro de campo. Isso mudou apenas pela chegada do Dorival Júnior?
N: Nem sei explicar, mas é uma confiança que ele passa para mim e para os demais jogadores. Nos deixa mais à vontade e leves. Isso ajuda muito, também.

L!: Para as próximas partidas, podemos continuar esperando as mesmas jogadas? Ou algo mudará em sua postura depois de tanta intimidação?
N: Ser ousado é justamente o que a torcida mais gosta. Vou continuar aguentando as pancadas.

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